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A Falsa esquerda que nos usa: demagogia, encenação e o abandono dos povos indígenas

Imagem produzida por IA
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PT, PSOL e Rede Sustentabilidade representam a falsa esquerda no Brasil. Vivemos sob um movimento político esquizofrênico e voluntariamente cego, incapaz, ou covardemente indisposto, a enxergar a encenação permanente protagonizada por candidatos e lideranças dessa falsa esquerda. O discurso até imita a retórica da esquerda histórica, mas a prática revela apenas hipocrisia, oportunismo e demagogia.

A verdadeira esquerda não está nos palanques, nem nos gabinetes climatizados. A verdadeira esquerda somos nós, você e eu, que, mesmo soterrados por fake news, propaganda institucional e manipulação emocional, ainda conseguimos exercer pensamento crítico e enxergar além da narrativa oficial. Somos nós: o povo pobre, os indígenas, os ativistas de direitos humanos e os defensores do meio ambiente. E sim, somos usados como massa de manobra.

Basta uma cesta básica, um benefício social ou o reconhecimento tardio de um território indígena que sempre foi nosso para fabricar a ilusão de um governo comprometido com políticas públicas, com os povos indígenas e com o meio ambiente. Essa ilusão é cuidadosamente construída, e profundamente falsa.


O governo atual é cínico. Ignora, de forma deliberada, os problemas que prometeu enfrentar. A demarcação das terras indígenas é o exemplo mais gritante: prometeu avançar, mas recuou; prometeu proteger, mas negociou. Vendeu o rio Tapajós, desmontou na prática a capacidade da FUNAI, ignorou a urgência do aparelhamento institucional e tratou os direitos indígenas como moeda política.


Enquanto isso, segue vendendo o velho discurso de que governa para as maiorias e para as minorias, quando, na realidade, apenas administra expectativas e lucra politicamente com a esperança alheia.


O roteiro é conhecido: concorrerá ao segundo mandato com o mesmo discurso vazio de proteção aos povos indígenas e ao meio ambiente. Alimentará, mais uma vez, a promessa de que “no próximo governo será diferente”. Não será. Quando este ciclo terminar, o discurso se repetirá, e o descumprimento também.


E nós, exaustos, seguimos sendo convocados a acreditar. A verdade é dura, mas necessária: esse governo não produziu mudança real para nós. O resto é encenação.


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