

Indígenas bloqueiam Estrada de Ferro Carajás e denunciam impactos ambientais de obras da Vale no Pará
Imagem: Redes Sociais Por Douglas Diniz – Repórter Sem Fronteiras (RSF) E-mail: contato@inforevolucao.com Lideranças indígenas bloquearam a Estrada de Ferro Carajás, no sudeste do Pará, em protesto contra impactos ambientais atribuídos às obras de duplicação da ferrovia operada pela mineradora Vale. A mobilização, iniciada na noite de sexta-feira (13), suspendeu a circulação de trens de passageiros e de cargas e permanece sem previsão de liberação. A interdição ocorreu n
15 de mar.


Janeiros e Fevereiros de resistência: o protagonismo das Mulheres Indígenas
Imagem: Embaixada Encontro dos Povos Por: Ailane Brito E-mail : ailanybrito7@gmail.com Janeiro e fevereiro já não são apenas meses de início de ano. Tornaram-se, nos últimos dois ciclos, meses de memória e virada política. Em jan/fev de 2025, a mobilização indígena sacudiu o Pará, ocupou as redes sociais, pressionou as instituições e levou à revogação da Lei Estadual 10.820/2024, que alterava o SOME e o Sistema de Organização Modular de Ensino Indígena (SOMEI) — conhecida co
6 de mar.


Homologação da Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana encerra espera de 30 anos e fortalece proteção da Amazônia
Reconhecimento oficial assegura quase 2 milhões de hectares entre Pará e Amazonas e é apontado como marco de reparação histórica e governança territorial Crédito das imagens: FEPIPA / Edvan Guajajara Da Redação E-mail: contato@inforevolucao. com Belém, PA — A homologação da Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, localizada entre os rios Cachorro, Trombetas e Mapuera, na divisa dos estados do Pará e Amazonas, consolida uma das mais longas reivindicações territoriais da Amazônia.
27 de fev.


O Tapajós Não Está à Venda: Quando um Rio Sangra, Toda a Humanidade Sente
Imagem: CITA Por Inory Kanamari — Advogada indígena, com atuação em defesa dos direitos dos povos originários. O Rio Tapajós não é apenas um curso d’água, é um ser vivo, um espírito ancestral que pulsa na memória e na existência dos povos que dele nascem e com ele caminham. Para nós, povos indígenas, defendê-lo não é um ato simbólico: é proteger a própria vida. Há dimensões dessa luta que escapam ao olhar de quem vê a natureza apenas como recurso. Nós aprendemos desde cedo
11 de fev.


ENTRE A PAUSA E A LUTA: NOTAS DE UMA TRAJETÓRIA POLÍTICA EM REORGANIZAÇÃO
Texto político-autobiográfico da Diretora-Geral do IPPCS sobre pesquisa, extensão, reorganização institucional e defesa de direitos (2022–2025) Por Alanna Souto Cardoso Tupinambá Aprendi, nos últimos anos, que resistir também exige pausa.E que reorganizar a própria vida pode ser um gesto profundamente político. O ano de 2025 foi, para mim, um tempo de rearranjo: da saúde, da direção institucional, da trajetória acadêmica e da forma como sigo me posicionando no espaço público.
2 de fev.


CARTA DO MOVIMENTO MUNDURUKU IPEREĞ AYŨ MANIFESTAÇÃO ALDEIA KABAREWUN TI KAYABI
Movimento Munduruku Ipereg Ayu Nós, o movimento Munduruku Ipereğ Ayũ, mulheres, crianças, caciques, lideranças, pajés denunciamos as ações de empresas como São Manoel, Dákila e Colider em nossos territórios e a forma como vêm sendo conduzidos atividades que afetam diretamente o povo Munduruku, do Alto e Médio Tapajós. Manifestamos nossa indignação com a invasão de funcionários de empresas na Aldeia Kabarewun – TI Munduruku e Kayabi, localizada no baixo Rio Teles Pires. Na t
27 de jan.





