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A UNIND É UMA CONQUISTA HISTÓRICA — MAS SÓ SERÁ REVOLUCIONÁRIA SE NÃO REPETIR OS ERROS QUE A TORNARAM NECESSÁRIA
Imagem gera por IA Por Mariana Tikuna Dra. Ecologia, Geógrafa, pesquisadora e professora indígena. Aprovada na Câmara dos Deputados e relatada por Célia Xakriabá, a criação da Universidade Federal Indígena representa uma reparação epistemológica sem precedentes. Mas para que a universidade indígena não reproduza a lógica colonial que marcou a educação escolar nas aldeias, é preciso enfrentar com lucidez os vícios estruturais do sistema educacional brasileiro — inclusive aqu
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17 de fev.


A disputa pela chave do cofre
Imagem: CITA Por Ailane Brito E-mail: ailanybrito7@gmail.com No Brasil, o debate político raramente gira em torno de projetos de país. O centro da disputa é outro: quem controla o cofre. A retórica muda conforme o palanque, mas o jogo permanece o mesmo. Ultra direita, extrema direita, esquerda e lulismo travam uma guerra pública que, nos bastidores, revela convergências desconfortáveis, especialmente quando o assunto envolve grandes interesses econômicos. A direita grita “E
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11 de fev.


O Tapajós Não Está à Venda: Quando um Rio Sangra, Toda a Humanidade Sente
Imagem: CITA Por Inory Kanamari — Advogada indígena, com atuação em defesa dos direitos dos povos originários. O Rio Tapajós não é apenas um curso d’água, é um ser vivo, um espírito ancestral que pulsa na memória e na existência dos povos que dele nascem e com ele caminham. Para nós, povos indígenas, defendê-lo não é um ato simbólico: é proteger a própria vida. Há dimensões dessa luta que escapam ao olhar de quem vê a natureza apenas como recurso. Nós aprendemos desde cedo
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11 de fev.


Do decreto ao conflito: o avanço do capital sobre as águas
Ocupação indígena do porto da Cargill em Santarém-PA - Imagem CITA Por Ailane Brito E-mail : ailanybrito7@gmail.com Desde o dia 22 de janeiro de 2026, um intenso movimento indígena e popular tomou as margens do rio Tapajós, no oeste do Pará. Povos originários do Baixo Tapajós, comunidades ribeirinhas e movimentos sociais ocuparam o porto da multinacional do agronegócio Cargill em Santarém — um espaço-chave no escoamento de commodities como soja e milho — em protesto contra
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4 de fev.


Quando a Justiça escolhe quem pode morrer
Galdino, Orelha e a pedagogia cruel da impunidade Por Inory Kanamari — Advogada indígena, com atuação em defesa dos direitos dos povos originários. Escrevo como mulher indígena, como advogada e como alguém que já conhece o desfecho antes mesmo do último ato. O assassinato do cãozinho Orelha, cometido por jovens que agiram com crueldade gratuita, não é um fato isolado. Ele dialoga, de forma dolorosa e escancarada, com um passado que o Brasil insiste em não enfrentar: o assassi
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4 de fev.


Povos Indígenas do Tapajós bloqueiam acesso ao aeroporto de Santarém contra dragagem e “hidrovias privatizadas” na Amazônia
Ato amplia pressão sobre governo federal; indígenas ocupam há duas semanas o porto da Cargill e denunciam ausência de consulta prévia Indígenas bloqueiam acesso a aeroporto em Santarém - Imagem: Redes Sociais Por Douglas Diniz – Repórter Sem Fronteiras (RSF) E-mail: contato@inforevolucao.com Indígenas da região do Tapajós bloquearam, nesta quarta-feira (4) o acesso ao aeroporto de Santarém (PA) em protesto contra a dragagem do rio Tapajós e contra o Decreto 12.600/25, assi
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4 de fev.
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