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MPF recomenda anulação de audiência sobre aterro no Acará (PA)
Órgão aponta violência policial, exclusão de comunidades quilombolas e falhas graves no estudo ambiental da CTR Metropolitana Acará Moradores do Acará (PA) atribuem episódios de violência policial e de milícias privadas (seguranças da Empresa Ciclus) à pressão sobre o território para instalar aterro sanitário. A comunidade exige providências por parte dos órgãos de controle e fiscalização e o fim da repressão - Imagem: Reprodução / Redes Sociais Por: Douglas Diniz - Repórtere
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há 6 dias


Homologação da Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana encerra espera de 30 anos e fortalece proteção da Amazônia
Reconhecimento oficial assegura quase 2 milhões de hectares entre Pará e Amazonas e é apontado como marco de reparação histórica e governança territorial Crédito das imagens: FEPIPA / Edvan Guajajara Da Redação E-mail: contato@inforevolucao. com Belém, PA — A homologação da Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana, localizada entre os rios Cachorro, Trombetas e Mapuera, na divisa dos estados do Pará e Amazonas, consolida uma das mais longas reivindicações territoriais da Amazônia.
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27 de fev.


O Tapajós Não Está à Venda: Quando um Rio Sangra, Toda a Humanidade Sente
Imagem: CITA Por Inory Kanamari — Advogada indígena, com atuação em defesa dos direitos dos povos originários. O Rio Tapajós não é apenas um curso d’água, é um ser vivo, um espírito ancestral que pulsa na memória e na existência dos povos que dele nascem e com ele caminham. Para nós, povos indígenas, defendê-lo não é um ato simbólico: é proteger a própria vida. Há dimensões dessa luta que escapam ao olhar de quem vê a natureza apenas como recurso. Nós aprendemos desde cedo
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11 de fev.


Do decreto ao conflito: o avanço do capital sobre as águas
Ocupação indígena do porto da Cargill em Santarém-PA - Imagem CITA Por Ailane Brito E-mail : ailanybrito7@gmail.com Desde o dia 22 de janeiro de 2026, um intenso movimento indígena e popular tomou as margens do rio Tapajós, no oeste do Pará. Povos originários do Baixo Tapajós, comunidades ribeirinhas e movimentos sociais ocuparam o porto da multinacional do agronegócio Cargill em Santarém — um espaço-chave no escoamento de commodities como soja e milho — em protesto contra
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4 de fev.


Povos Indígenas do Tapajós bloqueiam acesso ao aeroporto de Santarém contra dragagem e “hidrovias privatizadas” na Amazônia
Ato amplia pressão sobre governo federal; indígenas ocupam há duas semanas o porto da Cargill e denunciam ausência de consulta prévia Indígenas bloqueiam acesso a aeroporto em Santarém - Imagem: Redes Sociais Por Douglas Diniz – Repórter Sem Fronteiras (RSF) E-mail: contato@inforevolucao.com Indígenas da região do Tapajós bloquearam, nesta quarta-feira (4) o acesso ao aeroporto de Santarém (PA) em protesto contra a dragagem do rio Tapajós e contra o Decreto 12.600/25, assi
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4 de fev.


Tapajós não é corredor de exportação
Ponto de Ruptura | Análise sem filtros sobre o que o poder tenta silenciar O caso da dragagem do Rio Tapajós sintetiza, de forma exemplar, um modelo de desenvolvimento imposto de cima para baixo, que articula Estado, grandes empresas e interesses do agronegócio em detrimento dos direitos coletivos, dos territórios tradicionais e da própria Amazônia. Dragagem do Rio Tapajós - Imagem: Reprodução Por Douglas Diniz - Repórter Sem Fronteiras (RSF) e-mail: contato@inforevolucao.com
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28 de jan.
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