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O DECRETO CAIU PORQUE NÓS NÃO CAÍMOS: A revogação do 12.600, a entropia do capital e povos indígenas que insistem em permanecer de pé
Imagem: CITA Por Mariana Tikuna - Professora, Doutora Indígena, autora do livro Navegando por entre os meandros dos saberes e abeirando os muros da academia na Amazônia Paraense Trinta e três dias de resistência no porto da Cargill, em Santarém. Mulheres, crianças, anciãos e guerreiros indígenas, amamentando sob lonas e rezando ao pé do rio, forçaram o governo federal a revogar o Decreto 12.600/2025 — que incluía os rios Tapajós, Madeira e Tocantins no Programa Nacional de
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25 de fev.


Vigiados por Dentro: A ABIN e os Espiões Indígenas nas Manifestações
Por Inory Kanamari — Advogada indígena, com atuação em defesa dos direitos dos povos originários. Imagem gerada por IA Não é teoria conspiratória. Não é roteiro de filme. É memória viva, sussurrada nas aldeias e confirmada no silêncio das famílias. Durante décadas, em diferentes regiões do Brasil, sobretudo no Amazonas, indígenas foram recrutados para atuar como informantes do Estado. A missão? Alimentar a inteligência oficial com tudo o que acontecia dentro dos territórios.
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19 de fev.


Quando o mandato vira ameaça: violência política contra povos indígenas em Santarém
Imagem Reprodução Por: Ailane Brito ailanybrito7@gmail.com Já se passaram vários dias desde aquele acontecimento. A rotina seguiu. O trânsito continuou. As redes sociais mudaram de assunto. Mas a cena ainda me choca. Não é apenas o fato em si que causa espanto, é o que ele simboliza. Um carro de luxo diante de corpos indígenas; um mandato diante de uma reivindicação coletiva; o ronco de um motor tentando se impor sobre vozes que historicamente precisaram gritar para serem o
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18 de fev.


A UNIND É UMA CONQUISTA HISTÓRICA — MAS SÓ SERÁ REVOLUCIONÁRIA SE NÃO REPETIR OS ERROS QUE A TORNARAM NECESSÁRIA
Imagem gera por IA Por Mariana Tikuna Dra. Ecologia, Geógrafa, pesquisadora e professora indígena. Aprovada na Câmara dos Deputados e relatada por Célia Xakriabá, a criação da Universidade Federal Indígena representa uma reparação epistemológica sem precedentes. Mas para que a universidade indígena não reproduza a lógica colonial que marcou a educação escolar nas aldeias, é preciso enfrentar com lucidez os vícios estruturais do sistema educacional brasileiro — inclusive aqu
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17 de fev.


O Tapajós Não Está à Venda: Quando um Rio Sangra, Toda a Humanidade Sente
Imagem: CITA Por Inory Kanamari — Advogada indígena, com atuação em defesa dos direitos dos povos originários. O Rio Tapajós não é apenas um curso d’água, é um ser vivo, um espírito ancestral que pulsa na memória e na existência dos povos que dele nascem e com ele caminham. Para nós, povos indígenas, defendê-lo não é um ato simbólico: é proteger a própria vida. Há dimensões dessa luta que escapam ao olhar de quem vê a natureza apenas como recurso. Nós aprendemos desde cedo
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11 de fev.


Do decreto ao conflito: o avanço do capital sobre as águas
Ocupação indígena do porto da Cargill em Santarém-PA - Imagem CITA Por Ailane Brito E-mail : ailanybrito7@gmail.com Desde o dia 22 de janeiro de 2026, um intenso movimento indígena e popular tomou as margens do rio Tapajós, no oeste do Pará. Povos originários do Baixo Tapajós, comunidades ribeirinhas e movimentos sociais ocuparam o porto da multinacional do agronegócio Cargill em Santarém — um espaço-chave no escoamento de commodities como soja e milho — em protesto contra
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4 de fev.
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